
Praia do Vai-Quem-Quer
cerca de 4 kmA mais movimentada e larga da ilha. Barracas, música e vento bom para kitesurf na vazante.

Ilha de Cotijuba · Belém do Pará
Cotijuba fica no arquipélago de Belém, na baía do Guajará. Não tem ponte, não tem estrada e não tem pressa — chegar aqui é a primeira parte da estadia.
Foto: Trapiche de Icoaraci por Túllio F, Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
Como chegar
Cotijuba não tem acesso por estrada. Chegar aqui é parte da viagem — e uma vez que você entende a lógica, é simples. São dois trechos: a travessia de barco e o deslocamento dentro da ilha.
Belém tem dois pontos de saída regular para Cotijuba: o Trapiche de Icoaraci (Rua Siqueira Mendes) e o Terminal da Tamandaré. Os dois ficam a cerca de 30 a 45 minutos do centro, de carro, aplicativo ou ônibus.
Duas linhas regulares fazem a travessia — o Geladão Fluvial, saindo de Icoaraci, e o Transporte Braga, saindo da Tamandaré — cada uma com horários e tarifas próprios (veja o quadro abaixo). Também é possível fretar uma lancha direto do trapiche de Icoaraci; os contatos estão em Telefones úteis.
Não circulam carros de passeio na ilha. A pousada tem motorrete própria para o transfer dos hóspedes entre o trapiche e a Praia Funda, por R$ 15,00 por pessoa. Informe o horário previsto da sua embarcação na reserva e organizamos a busca.
Trapiche de Icoaraci (Rua Siqueira Mendes)
Lanchas rápidas e refrigeradas. Travessia de cerca de 20 minutos.
Terminal da Tamandaré
Embarque por sistema de lotação — chegue com antecedência para garantir o lugar.
Horários e tarifas são informados pelos próprios operadores e podem mudar sem aviso — confirme no dia da viagem. Também dá para fretar uma lancha direto para a Praia Funda; os contatos estão em Telefones úteis. Nos avise pelo WhatsApp +55 91 98476-8176 assim que souber o horário para deixarmos o transfer da motorrete combinado.
Bagagem
Nada exótico — só o que a ilha cobra de quem esquece.
Leve dinheiro em espécie: Cotijuba tem poucos pontos de cartão e nenhum caixa eletrônico.
Repelente é item de primeira necessidade, principalmente no fim da tarde.
Calçado que possa molhar resolve 90% dos trajetos da ilha.
Se puder, traga uma rede. É o objeto mais útil da bagagem por aqui.
Remédio de uso contínuo: traga a quantidade da viagem inteira. A farmácia da vila é pequena.
Ao redor
Distâncias medidas do portão da pousada, na Praia Funda. Bicicleta e motorrete resolvem todas.

A mais movimentada e larga da ilha. Barracas, música e vento bom para kitesurf na vazante.

Reservada, de água calma e sombra de árvore até a beira. É a praia da casa.

Faixa de areia batida junto ao farol, boa para caminhar na maré baixa e ver o sol descer.
Pequena e abrigada, cercada de vegetação. A mais silenciosa das quatro.

O antigo reformatório da ilha, hoje tomado pela mata. Visita com acompanhamento.

Comércio, feira, restaurantes e o posto de saúde. Onde a ilha faz suas compras.
Fotos das ruínas e da vila: Lisa Cyr, Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Como funciona a ilha
Em Cotijuba não circulam carros de passeio. O transporte é motorrete, bicicleta, moto-táxi e o próprio pé. Isso muda o som do lugar mais do que qualquer outra coisa: à noite, o que se ouve é o rio e a mata.
A vila concentra o comércio, a feira e o posto de saúde. Fora dela, os pontos de venda são poucos e quase todos trabalham em dinheiro. Traga espécie suficiente para a estadia — não há caixa eletrônico na ilha.
A maré rege o dia. Ela define a hora do banho bom, a hora do barco e até o tamanho da praia. Quem chega tentando cumprir um roteiro fechado se frustra; quem chega perguntando “como está a maré hoje?” acerta.
O jeito mais prático de circular. Temos bicicletário na pousada.
Ideal com bagagem. Organizamos o transfer do porto.
Poucos pontos de cartão. Nenhum caixa eletrônico.
Estamos na baía do Guajará: banho de rio, morno o ano todo.
Consulte as datas e reserve online. Do resto — barco, motorrete, maré — a gente cuida junto com você.
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